Além da roupa, a experiência.
O fervilhante ateliê se desdobra ao propor uma nova alfaiataria, repleta de boas surpresas. A valorização do trabalho manual e a costura meticulosa são o ponto de partida não só para um vestir com rigor, mas para novas experiências, e por isso se fez necessária a criação de uma equipe interna dedicada apenas à finalização e acabamentos – parte essencial da construção de uma peça, tal qual a modelagem no corpo.
O feito à mão é precioso. Aliado ao uso de máquinas de costura, desde o corte dos tecidos até os bordados e acabamentos, há o trabalho manual, que é realizado cuidadosamente por pessoas. Cada profissional que participa do processo de produção se envolve meticulosamente para que o resultado final atinja o primor com que nos comprometemos.
Dentro desse infinito particular ainda há espaço para nobres tecidos, e lugar cativo para a sustentabilidade, tarefa mais que necessária nos dias de hoje. Na DE GOEYE, todos eles são usados do começo ao fim, não há margem para desperdício quando o assunto é excelência e cuidado com a matéria-prima. Os retalhos remanescentes em nossa produção são utilizamos em projetos e parcerias com foco em reuso dentro da moda. Após destinar os retalhos para todas as possibilidades de uso, caso ainda reste resíduos remanescentes, estes são destinados a uma empresa de tecidos desfibrados.
No espaço da Joaquim Antunes, 152, no Jardim Paulistano, encontra-se a loja, o escritório e o ateliê, projeto de Esther Giobbi. O jardim projetado por Alex Hanazaki serve como uma biblioteca para as modelagens da De Goeye referenciadas em botânica. Esse é o espaço de encontros e conexões, de ideias e convergências de vivências.